O velejador de barco Newman e a canoísta Naomi, em
1963 desenvolveram o primeiro protótipo de windsurf,
incentivados por um desejo de Naomi em possuir uma
vela em sua canoa para se locomover mais rápido. No
entanto, o casal, mesmo diante de um invento que
futuramente iria revolucionar o esporte a vela, não
foi feliz na receptividade da sua criação.
Depois do bom
investimento em marketing e a montagem de uma
fábrica, a burocracia e os custos com advogados,
fizeram com que eles desistissem mesmo antes de
conseguirem patentear o invento.
No final da história,
quem levou todo o mérito foram, Jim, engenheiro
aeroespacial e o velejador Hoyle, empresário e
surfista, que entre os anos de 1967 e 1968, quatro
anos após o casal Darby, decidirem inventar um
equipamento que unisse a liberdade do surf com a arte
de velejar. |
|
Baseados num conceito um pouco diferente do invento
dos Darbys e com mais recursos financeiros, em 1968,
Schweitzer requereu a patente do novo equipamento
esportivo chamado Windsurf a qual conseguiu após 13
anos de justiça.
Entre 1973 e 1978 foram
comercializadas cerca de 150.000 unidades, o que fez
com que várias empresas viessem a produzir o
Windsurfer em todo o mundo. Numa reunião realizada em
Moscou, o Comitê Olímpico Internacional aceitou o
Windsurf para participar das Olimpíadas de 1984,
quando foi definitivamente aceito como esporte
olímpico.
A introdução desse
esporte no Brasil foi através de Klaus Peters,
Marcelo Aflalo e Leonardo Klabin, mas foi o paulista
Fernando Germano quem trouxe a primeira prancha de
windsurf para o país.
|