Os
primeiros nadadores eram habitantes das antigas
civilizações, como gregos, romanos, assírios e
egípcios. Entre os anos 500 e 1500, os povos
acreditavam que as grandes pragas eram espalhadas por
meio da água e evitavam a natação. E só a partir
de 1700, o esporte conquistou sua popularidade. Atualmente existem alguns tipos de nado, tais como:
crawl, borboleta, costas e peito.
Na primeira Olimpíada da Era
Moderna, somente o nado livre existia, com nadadores
contando com as interpretações do nado peito ou com
o nado Trudgen. Em 1900, o nado costas surgiu e junto
com o nado crawl eram dominantes nas provas de nado
livre.
As provas de nado livre
femininas foram incluídas nos Jogos de 1912, e
eventualmente faziam parte todos os estilos
existentes. |
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O
nado peito era realizado da maneira mais tradicional
até 1930, quando nadadores descobriram que esse
estilo poderia ser nadado com um impulso através de
um empurrão dentro da água e lançando os braços
por fora da água. O nado borboleta foi o primeiro
estilo a ter uma prova diferente nos Jogos de 1956 em
Melbourne, e hoje é nadado com a pernada de
borboleta.
Desde a primeira aparição nos
Jogos de 1900, o nado costas sofreu poucas
modificações e é o único estilo que se inicia de
dentro da piscina. Uma piscina olímpica tem 1.890.000
litros de água e mede 50 metros de comprimento e 22,8
metros de largura com oito raias. A profundidade
mínima é de 1,98 m. A temperatura da água deve ser
de 25º C.
A natação foi introduzida
oficialmente no Brasil em 1897, quando clubes
Botafogo, Gragoatá, Icaraí e Flamengo fundaram no
rio a União de Regatas fluminense que foi chamado
mais tarde de Conselho Superior de Regatas e
Federação brasileira das Sociedades de Remo.
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