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Ginástica
olímpica é um esporte que nasceu na Grécia e no
Egito em 2600 a.C. Os gregos adotaram a ginástica
como treinamento militar, na origem, os jovens
espartanos faziam ginástica como preparação para a
guerra, mas ela desapareceu quando os Jogos Olímpicos
foram banidos.
Há quem pergunte se a ginástica
é esporte ou arte. Os mais radicais dizem que, para
ser esporte, tem de ter uma medida de tempo, de
distância ou de pontos, o que depende de julgamento,
como as exibições de ginástica.
Depois da invasão da
Prússia, pelas tropas de Napoleão, após a Batalha
de Jena, em 1806, concitou a mocidade prussiana a se
treinar fisicamente a fim de expulsar o exército
invasor, dando origem a um dos mais belos espetáculos
dos Jogos Olímpicos, a Ginástica Olímpica,
atualmente conhecida também como Ginástica
Artística ou Ginástica Desportiva. |
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A
modalidade só voltou em 1811, na Alemanha, por obra
do professor Friedrick Ludwing Jahn. Ele inventou
também muito dos equipamentos usados até hoje, como
as barras paralelas, a horizontal, o cavalo e as
argolas. Diferente da ginástica rítmica, os ginastas
utilizam corda, bola, arco, maças e fita.
Nas competições, os homens
se apresentam em seis aparelhos: salto sobre cavalo,
cavalo com alça, argola, barras paralelas, barra fixa
e solo. Já as mulheres competem em quatro: salto
sobre cavalo, barras assimétricas, trave de
equilíbrio e solo.
As competições de
Ginástica fazem parte dos Jogos Olímpicos desde seu
restabelecimento pelo Barão Pierre de Cubertin, em
1896, em Atenas, na Grécia. No Brasil, a prática da
Ginástica Olímpica se iniciou com a colonização
alemã no Rio Grande do Sul, em 1824. A força e
agilidade dos homens, a suavidade e energia das
mulheres, o ritmo, a plasticidade e a perfeição de
movimentos de ambos proporcionam alguns dos melhores
momentos da história olímpica.
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