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A
Capoeira nasceu no período em que os negros eram
escravos. Eles a criaram para utilizá-la como luta no
momento em que precisasse se defender e para se
divertir nos momentos de folga, mas era uma prática
proibida pelos senhores de engenho, já que dava ao
capoeirista um sentido de nacionalidade;
individualidade, autoconfiança; formava grupos
coesos; formava jogadores ágeis e perigosos e, às
vezes, no jogo, os escravos se machucavam, o que era
economicamente indesejável.
Na década de 30, se inicia um novo
ciclo na história da Capoeira, nesta época o país
vivia uma ditadura, e dentre as leis penais, existia
uma que considerava os capoeiristas como delinqüentes
perigosos. Getúlio Vargas, autorizou a prática da Capoeira, desde que fosse realizada em ambientes
fechados.
A Capoeira vem adquirindo
maior número de adeptos de todas as raças e camadas
sociais do Brasil e até de outros países. |
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O
aluno entra sem cordão e de seis em seis meses
poderá ser promovido, desde que preencha os
requisitos para a promoção, sendo avaliado em todas
as promoções a condição técnica, a dedicação, o
caráter, a disciplina e as exigências no que diz
respeito aos conhecimentos inerentes a cada
graduação.
O aluno graduado que demonstrar
elevado nível técnico, teórico e trabalho na
capoeira, poderá ser promovido a uma corda que
corresponda ao seu nível de integração no grupo. No
batismo, o aluno que apresentar o nível elevado
poderá ser promovido a uma ou mais cordas acima da
sua graduação atual.
Nosso sistema de
graduação tem como referência à natureza. Cada cor
predominante, representa um elemento da natureza, com
características distintas, assim cada corda
relaciona-se com um elemento da natureza e recebe no
seu uso a importância simbólica dos reinos vegetal,
animal e mineral. As cores das faixas são: verde;
verde/amarela (iniciante); amarela (graduado);
amarela/azul (instrutor); azul clara/azul
(estagiário); azul escuro (formado);
verde/amarela/azul (professor); azul escura/branca
(contra-mestre).
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