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Os
primeiros registros desse esporte datam de 3.000 antes
de Cristo, no Egito, onde os lutadores se enfrentavam
para homenagear o soberano. Em 688 antes de Cristo,
passou a fazer parte dos Jogos Olímpicos da Grécia.
Naquela época o combate era feito num round só e
lutava-se até o adversário cair ou simplesmente
desistir.
Os lutadores usavam uma longa tira
de couro enrolada nas mãos para evitar lesões e
aumentar ainda mais a potência dos golpes. Com o
domínio romano sobre a região, o esporte foi
alterado e os lutadores passaram a brigar até a
morte. O boxe, então, só prevaleceu até a queda do
império. Depois, ficou praticamente esquecido,
voltando quase 300 anos depois, de punhos nus, na
Inglaterra.
Em 1867, o Marquês de
Queensberry, com a ajuda do boxeador John Graham
Chambers, estabeleceu um padrão para as lutas,
conhecido como as "Regras de Queensberry",
baseado nas regras de esgrima. |
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Cada
assalto deveria ter 3 minutos e contagem de 10
segundos para nocaute. Em 1896, com a volta dos Jogos
Olímpicos, o boxe foi excluído do rol de esportes
nobres, sendo qualificado de indigno e perigoso.
Antes do boxe se oficializar, as
lutas eram realizadas clandestinamente e eram
proibidas pelas autoridades policiais. Em 1882, nos
EUA, aconteceu a primeira luta oficial envolvendo os
pesos pesados John Lawrence Sullivan e Paddy Ryan, mas
só em 1904, em Saint Louis, nos Estados Unidos, é
que o boxe entrou para valer nas Olimpíadas. Mas
acabou ficando de fora, porém, dos jogos de
Estocolmo, em 1912 (o esporte era proibido na
Suécia), voltando em definitivo em 1920.
Na década de 20, o
boxe cresceu e projetou grandes campeões. Nos
últimos anos, o lutador Mike Tyson destacou-se, pela
forma decidida como atuava e como definia as lutas por
nocaute. No Brasil, atualmente, destaca-se o lutador
de boxe peso pena, Acelino "Popó" de
Freitas.
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