16-04-04 – Síndrome
da Fadiga Crônica ainda é um mistério para a medicina clínica
A
Síndrome da Fadiga Crônica - CFS - é desconhecida por muitos,
aceita por outros e ridicularizada por uma grande parcela da
área médica.
Os critérios para se definir a doença ainda não são claros,
mas define-se a doença naquelas situações em que o paciente
apresenta um cansaço extremo, prolongado por períodos de 6
meses, dores musculares e nas articulações sem que elas
apresentem sinais de inflamações ou inchaços, além de
problemas de memória, como esquecimento, e falta de
concentração no trabalho ou em atividade intelectuais.
Outro critério importante é o de não existir uma doença ou
patologia pré-existente, além de os estudos laboratoriais para
outras doenças que cursem com aqueles sintomas serem
negativos. Assim, como vemos, a caracterização da CFS ainda
ocorre por exclusão e até que estudos mais profundos ocorram,
a síndrome poderá entrar no anedotário médico ou
transformar-se em rótulo para explicar o que a medicina
desconhece.
Para o diagnóstico da CFS - Síndrome da Fadiga Crônica/CFIDS -
Fadiga Crônica e Síndrome da Imunodisfunção/ME -
Encefalomielite miálgica/FM – Fibromialgia são indicados
alguns exames para o estudo da exclusão, são eles: Exame de
sangue, Exames bioquímicos para avaliar o fígado, Dosagem do
cálcio e fósforo, glicose, uréia, creatinina e eletrólitos,
Dosagem de hormônios da Tireóide, Exames para doença
reumáticas e do colágeno e Exames sorológicos para doenças
virais.