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17-02-04 – Qualidade de vida do paciente é o objetivo maior da oncologia

A oncologia, nos últimos anos, tornou-se uma complexa e interessante disciplina que conta com o auxílio de outras especialidades, como cirurgia, pediatria, patologia, radiologia, psiquiatria e outras, que faz do sucesso um mérito das ações multidisciplinares. Há três passos principais na oncologia, para o bem do paciente.

O primeiro objetivo é curar os pacientes. Deve ser tentado em todos os tipos de câncer, mesmo naqueles em que a chance de cura é pequena. Se mesmo assim a cura não é possível, o médico deve apontar ao segundo objetivo, que seria uma longa e satisfatória remissão da doença, deixando o paciente bem consigo mesmo pelo maior tempo possível, longe de efeitos da doença e de hospitalizações. Quando a chance de remissão é remota, o objetivo passa a ser controlar a doença e seus sintomas pelo uso correto de terapêutica paliativa. O objetivo final visa a melhorar a qualidade de vida do paciente, e não apenas o prolongamento de uma vida sofrida. O médico deve ajudar o paciente a manter a sua dignidade, entender sua fraqueza, e evitar sentimentos de frustração, animosidade ou até excessiva amizade, para desenvolver o bom julgamento para o interesse do paciente. O principal é sensibilidade e bom senso.

Quando a prevenção do câncer não é possível, a detecção precoce é a melhor estratégia para reduzir a mortalidade. Campanhas de esclarecimento da população, e também de profissionais de saúde são feitas nesse sentido.

Veja a seguir como é o estadiamento geral do câncer:

Estágio 1. Localizado. Geralmente confinado ao órgão de origem. Geralmente curável com medidas locais, como cirurgia ou irradiação;

Estágio 2. Localizado, mas extenso. Pode se estende para fora do órgão de origem, mas mantém a proximidade. É às vezes curável com medidas locais, às vezes em conjunto com a quimioterapia;

Estágio 3. Disseminado Regionalmente. Estende-se para fora do órgão de origem, atravessando vários tecidos. Pode atingir linfonodos na região do tumor. Tem ainda o potencial de ser curado, embora as recidivas sejam mais freqüentes. O tratamento local ou sistêmico depende das características do tumor.

E Estágio 4. Disseminado difusamente. Geralmente envolve múltiplos órgãos distantes e é raramente curável.

 

Redação RCentrium

Jornalistas Responsáveis:
Anna Angélika Azevedo - DRT/RN 887
Maralice Freitas - DRT/RN 930

 

 

 

 

 

 

 

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