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06-12-03 – Problemas
renais obrigam pacientes à rotina da hemodiálise
O número de pessoas
que sofrem de doenças renais é muito grande. Algumas sofrem de
doenças que não são graves. Outras apresentam doenças como a
diabetes e pressão alta que, se não tratadas de maneira
correta, podem levar à falência total do funcionamento renal.
E, finalmente, existem pessoas que quando sentem alguma coisa, já
têm os rins totalmente paralisados.
Quando os rins não
funcionam corretamente, há a necessidade de se fazer diálise.
Na maioria das vezes o tratamento deve ser feito para o resto da
vida, se não houver possibilidade de ser submetido a um
transplante renal.
A cada ano o cerca
21.000 brasileiros precisam iniciar tratamento por hemodiálise
ou diálise peritoneal. Raros são aqueles que conseguem ter
pelo menos uma parte do funcionamento dos rins recuperada, o
bastante para deixarem de necessitar de diálise e poucos têm a
sorte de receber um transplante renal. A cada ano somente 2.700
brasileiros são submetidos a um transplante renal.
O trato urinário
normalmente é formado por dois rins, dois ureteres, uma bexiga
e uma uretra. Os rins estão localizados na porção posterior
do abdome e suas extremidades superiores estão localizadas na
altura dos arcos costais mais inferiores. Cada rim tem a forma
de um grande grão de feijão.
O sangue chega aos
rins através das artérias renais. As artérias renais
originam-se na artéria aorta abdominal. Após circular pelos
rins, o sangue retorna à veia cava abdominal através das veias
renais. Os rins recebem cerca de 1,2 litros de sangue por
minuto, ou seja, cerca de um quarto do sangue bombeado pelo coração.
Redação
RCentrium
Jornalistas
Responsáveis:
Anna Angélika Azevedo - DRT/RN 887
Maralice Freitas - DRT/RN 930
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