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Pensamento Monástico (Monacal):

"Purificai Ó Pai e dai mais compaixão aos vossos eleitos e aniquilai o ódio que os movem"

Admirável, Teu nome é infortúnio. Se rico e compatível, és gênio e léxico; se pobre e dissentâneo: um medíocre e psicopata.

Certa vez, um jovem monge em formação, descolado de sua comunidade raiz, estava vivenciando um caos incomum; sem portas. () Já questionava a esperança quando mediante pouquíssimos eventos que lhes eram apresentados percebeu um trabalho oculto de testificação espiritual de sua vida.

O condutor do trabalho era um Frade de origem celta, tipo Irlandês, personalidade incognoscível, mas aparentemente amigável. Tinha um olhar canônico acinzentado, familiarizado com o pesado jogo de juncos e de casta, congregação fúcsia, alérgico a feno e no relevante fluente em português e inglês da classe dominante. Haviam lhe incumbido de lançar sobre o pequeno monge a maior provação que ele haveria de passar em toda sua vida. E não estava sozinho!

Entristecido pelo engano imposto, mas conformado com o fato de que em nome de Deus uns trabalham, enquanto outros monitoram - “Ó sangue e água!”, o jovem antecipou-se em oração e confidenciou aos ventos seus pensamentos, proferindo: "Pau que se conhece a casca não precisa ser provado duas vezes, pois suas propriedades medicinais ou toxicidade permanecem as mesmas, sempre!" E então decidiu se enclausurar, guardando seu espírito. Mas, antes transpareceu a todos que tudo teria sido mais fácil se tivessem, em sinal de respeito ao próximo, lhe perguntado o que precisava ser sabido.

Mas quem ou o quê dava garantias a essa incitação? Isso não suscitaria uma guerra espiritual Tzarista? Ainda mais opressão, repressão, subestimação e divisão (Lê-se: Enfraquecimento ideológico comunitário) aos filhos de Deus pela onisciente intimidação? Dividam, reinem, mas não esqueçam de quem primeiramente vos escolheu.

Dias depois, enquanto meditava nos jardins de uma instituição pública sob o sinete do cordeiro mais devedor, onde avançavam suas convicções, estudos e doutrina, ouviu o alvoroço de alguns anjos que os observavam confusos por não compreender a razão que o fizera manter-se tão diligentemente distante, predestinado, impertinente e fatalista, e a uma distância segura desabafaram: "Ele se afastou do Templo e agora paga. Só pode ser isso!". O jovem rapaz guardou aquilo...

Contido como a relevância de papéis em circulação, sabia que seu pecado era achar e compartilhar com todos que nele cressem que sondagem é roubo de informação alheia que só danifica o coração dos puros.

Um ano mais tarde, tendo agravado ainda mais seu perfeito estado de desgraça por semipressionada escolha, praticamente excomungado e já contando grãos, mendicante, caído; melhor, derrubado, perseguido e dividindo espaço com pequenos demônios, caminhava sozinho pelas ruas de uma cidade antiga quando se deparou com um paredão de oito monges ortodoxos que se apresentavam limpos e bem abatinados, no mais puro linho, em preto sólido. Barba irregular. E como num ensaio, olharam-no em expressão neutra e depois se dizimaram. A história se reviu.

Como se em segundos, e não dias como realmente ocorrera, ele estava em um outro ambiente, confinado, desta vez, quando sentiu novamente a presença de mais três anjos vistosos, hipnotizadores, entre eles uma mulher, que os rodearam repentinamente e lhe indagaram, entre outras perguntas íntimas para a composição final de sua chave-congênita: "Onde está sua fé? E o seu Deus?".

Entorpecido, como se tivesse sido momentaneamente drogado, sentindo-se confuso, agonizante e miseravelmente reduzido perante a soma desses últimos incidentes que ocorreram em concomitância a outros de menor relevância; pasmo pela abrupta sincronização desse mundo 'divino', plasmático, a premeditada e intimidadora força da hierarquia e seus agentes ('anjos' mantenedores da 'Máquina Social'), ele lhes respondeu ainda temente: 

"Em um mundo metálico, infundibuliforme e arraigado, ânfora de encoirados e enconcharados, cediço de mentiras e reencarnável escárnio, silêncio e amarrações, vermelho-sangue, quando Deus, o uno e verdadeiro, e o seu filho, meu Mestre, já não mais povoarem o meu coração, certamente não os encontrarei em qualquer outro lugar, ou instituição".

O silêncio então ecoou por todo o espaço, lugares revolveram a sua condição natural e a paz reinou por séculos afim.

"You are forgiven now and may go in peace".

NOSSO JESUS É MAIOR!

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[Sagrado Menino Jesus de Praga, CZ]

PERDÃO JESUS. SOMOS TODOS APENAS POBRES PECADORES (...)  MUITO OBRIGADO PELO VOSSO AMOR!!!

Presta-se aqui um testemunho vivo coletivo do poder renovador e libertador, e do amor vivificante de Deus, Nosso Pai.

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Não haverá portas que o Espírito de Deus não possa abrir, nem almas que Seu filho, pela intercessão da Virgem Maria, deixe de  salvar, mas fica o  'proviso' divino: "Sedes bons, francos, e justos uns aos outros, e preservai o vosso coração {puro ou não} apenas ao Nosso Senhor!".

  

Editorial RCentrium

 

Here is a precious extract from The Community of Nativity Catholic Church. The Community of Nativity Catholic Church is a welcoming family of believers empowered by Baptism, inspired by the Holy Spirit and nurtured by the gift of the Eucharist. As witnesses of deep faith in Jesus Christ and His compassionate love, we are dedicated to enriching the lives of all through spiritual growth, fellowship, religious education, stewardship and our willingness to share the Word of God. 

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