Semântico:
Nas Asas da Criação
...E
Deus criou a palavra. Palavras que se multiplicam, se recriam,
marcam. As palavras são mais fortes que fatos, governos, países.
E podem destruir nações, iniciar guerras.
O
governo nuclear da Coréia do Norte, através de pesados e sutis
jogos conciliação diplomática, decidiu ainda que
condicionalmente 'colaborar' com a vontade da comunidade
internacional e a do por vezes eloqüentemente temível “Tim Sam”. Ele mesmo! Os senhores da Tempestade do Deserto,
o EUA, de George W. Bush. W de Walker, mas que bem poderia ser
de "the World is Wonderful and provides US
with a lot of PoWer"...
De
maneira muito mais ameaçadora do que os americanos do norte,
os beligerantes asiáticos não escondem o poderio
armamentista que possuem, nem o desprazer de respirar o mesmo
ar do povo ianque. Não são letras, mas ideogramas de um modo
de pensar e de se comunicar oriental. Único, raro, líder.
No
entanto, outras tantas guerras não puderam ser evitadas com
palavras. Os gritos de protesto dos militantes verdes do Green
Peace ecoam pelos oceanos, pelas florestas, pelos rios, pelo
mundo com força, mas tamanha força não reflete o efeito
esperado. E o mundo padece entre palavras. “Queimem as
matas, matem as focas, derramem o óleo ...verdadeiros epitáfios”.
Nunca
vimos algo tão pouco criativo. Até porque, quem mata não
cria. Não amamenta, não funda, não suscita, não inventa, não
sustenta....
Imaginem.
Se todos nós nos fixemos nas asas da criação, cresceríamos
como seres humanos. Lembre-se das palavras de Jonh Lennon na
canção “Imagine”. Tirem de dentro de si todo o poder
criativo, através de palavras ou de atos.
O
significado das palavras religiosas estabelece fontes. Ser semântico
relativo à significação; ao estudo do sentido das palavras
de uma língua. Família de idéias, Sinonímia, Antonímia,
Homonímia, Paronímia, Polissemia, Conotação e Denotação...
Tudo resumido
em
pequenas
palavras. Clichês. Eis o mistério da Fé!
O
significado e a valência de verbos, ações, formas. Palavras
que descrevem não exaustivamente o significado referencial e
a sua capacidade de combinação semântico-funcional, semântico-referencial
e sintático-funcional de variantes.
Na
análise dos significados são incorporadas hipóteses.
Brandos ao longo das margens do Ipiranga. Palavras soltas;
povo liberto. Independência ou Morte!. Fato histórico,
bravata mundial. A globalização dos pensamentos, dos
significados, do sentimento.
A
dependência cultural, econômica, financeira, moral. O ser
livre que depende. Depende de si e dos outros, e assim, a análise:
seja semântica, léxica ou laica, reflete julgamentos sobre
propriedades e relações inter/intra pessoais.
Os
resultados da investigação sintática e semântica são
integrados em entradas que compreendem a humanidade com seus
desejos, anseios, mitos e a dura realidade.
Diferentes
abordagens contemporâneas convergem para uma entrada lexical
com informações: representação do significado, casos semânticos
dos argumentos, restrições de seleção sobre os
constituintes que realizam a caracterização morfossintática
desses constituintes.
Lacuna
lingüística descritiva. Lacuna de pensamento, lacuna de
liberdade, de criação, de imaginação. O pensamento preso
na vergonha da falta de conhecimento, da ausência de
criatividade, da carência de coragem. Coragem de ousar,
coragem de viver, coragem de pensar... De qualquer forma:
Cogito, ego sum.