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Redinha,
Genipabu, Barra do Rio, Graçandu, Pitangui, Jacumã, Muriú, Barra
de Maxaranguape, Cabo de São Roque, Caraúbas e Maracajaú
Pititinga
Há
um pequeno vilarejo com coqueiros imensos.
Junto
à chamada Ponta do Cocombo o mar agitado e as pedras submersas
provocam até naufrágios. O mar nesta praia, é muito violento e em
determinadas épocas do ano já chegou a avançar em algumas casas,
destruindo-as.
Isso
ocorre devido às grandes variações na direção das massas de ar do
local, que refletem impiedosamente em sua corrente marítima.
Punaú
Um
pedacinho do paraíso. É assim que as pessoas que chegam até a praia
de Punaú descrevem o local, com suas belezas naturais e estrutura
para atender turistas e norte-riograndenses que estejam interessados
em conhecer uma das praias mais bonitas do nosso litoral.
Imagine
uma praia grande com uma faixa de areia bem larga, duna baixinha
protegida pela sombra dos coqueirais e com um rio correndo lentamente.
Coisa de cenário de filme americano? Ou Caribe? Não, isto é o que
se vê quando se chega a Barra de Punaú, praia pouco conhecida pelos
natalenses mas que já se tornou ponto obrigatório no roteiro turístico
do Estado.
Punaú
reúne tudo o que alguém pode querer para relaxar durante as férias
ou aquele final de semana diferente: praia, rio, campo, muita diversão
e principalmente, belezas naturais.
Os
turistas chegam ao local e se encantam com a beleza nativa da praia. O
rio Punaú passa calmo, limpo, raso, de águas claras e fundo de areia
branca - não há quem não queira deitar um pouco na água fria do
rio para relaxar e se refrescar.
Praticamente
deserta, Punaú fica entregue aos turistas que visitam o local e um
mar calmo, praticamente sem ondas.
Zumbi
A
70 Quilômetro de Natal, a praia de Zumbi, a principal orla no município
de Rio do Fogo, ainda é um recanto paradisíaco. Seus imensos
coqueiros à beira-mar,
nos quais pode-se armar redes, são um convite ao descanso e à preguiça.
Calmaria
e beleza são impregnadas na orla. O alto coqueiral balança
suavemente, realçado pela tranqüilidade dos barcos, atracados no
oceano ou encostados na areia.
O
acesso à praia é simples através da BR 101, e uma placa apenas quatro quilômetros
distante da rodovia numa estrada de barro,
anuncia a sua chegada.
Zumbi
não é apenas uma vila de pescadores, como outrora. O lugarejo
cresceu e hoje tem grandes casas de veraneio. Mas ainda guarda um
certo tom primitivo, conferindo-lhe charme.
Zumbi
está localizada entre as praias de Pititinga e Rio do Fogo, que dá
nome ao município, localizada mais ao Norte.
Entre
Zumbi e Rio do Fogo é possível ver nativos e veranistas pescando
polvo nos rochedos.
O
banho é calmo e o carnaval é um dos mais disputados das praias do
Norte.
Rio
do Fogo
Dunas
de areias brancas, coqueirais, lindas lagoas e gente acolhedora.
Além das jangadas e pescadores, a cena reserva também modernas novidades para
o turista.
O
litoral de Rio do Fogo, assim como o da vizinha Maracajaú, oferece
piscinas naturais que se formam em alto-mar. Os parrachos daqui (elevação
dentro do mar), porém, não têm flutuantes ou passeios organizados
por empresas náuticas. Só os barcos pesqueiros levam o turista,
mediante uma pequena gratificação.
Em
termos de águas transparentes e peixes multicoloridos, assemelha-se
bastante aos parrachos de Maracajaú.
Rio
do Fogo, que poderá ganhar brevemente restaurante, bares e passeio de
barco, entre outros equipamentos, destaca-se pelo seu fácil acesso,
através do prolongamento da BR 101, entre Natal e a praia de Touros.
Perobas
Praia
bem nativa, praticamente deserta, que possui apenas um pequeno vilarejo. O
mar é bonito.
Touros
Quando
o carrilhão da Matriz do Bom Jesus dos Navegantes anuncia a cada manhã
o toque de alvorada, Touros desperta para mais uma jornada de trabalho no
mar.
Os
coqueiros que recortam a estrada em alinhamento irregular, gerado pela
limpa diária anunciam a presença humana.
Chegar
a esse paraíso de praias semi-virgens, lagoas, parrachos e coqueirais
cheios de deliciosos frutos fartamente dados pelo criador, não demanda
mais do que cinqüenta minutos.
O
pitoresco em Touros, se confunde com as brumas da história. Além dos
inúmeros passeios e do clima praieiro, o visitante pode optar por uma
visita à vila do Boqueirão, com seu balneário paradisíaco às
margens da lagoa que leva o mesmo nome. Jangadas e jet-skis, unidos; em
harmonia, estão o rústico e o moderno - opções de passeio a céu
aberto.
Cajueiro
A
partir desta praia, o litoral é mais selvagem e o mar tem um azul
mais intenso...
São
Miguel do Gostoso
A
cidade fica 95 quilômetros ao norte de Natal. Emancipou-se
politicamente de Touros em 1993 e no ano de 1996 teve sua primeira
eleição. Guarda os costumes de uma pacata vila de pescadores, mas
com um diferencial: possui 10 quilômetros de enseada – a maior do
Estado – ideal para a prática de jet-ski e windsurf.
O
turismo desordenado não chegou ao município que impressiona pela
limpeza das ruas. A natureza permanece quase primitiva. Nada de
especulação imobiliária, de ônibus lotados de visitantes ou de
degradação do meio ambiente. A maioria da população local é
nativa e sobrevive da pesca, da cultura do cocô e da agricultura de
subsistência.
Por
causa dos ventos fortes, que sopram ainda com mais intensidade de
setembro a novembro, a cidade vem recebendo anualmente visitantes do
Clube de Vela de Interlagos (SP). Assim como outros turistas que vêm
velejar, aproveitando para desfrutar da paz, do ar puro e da
hospitalidade.
Além
da Ponta do Santo Cristo, as praias da Xepa, do Maceió e do Marco são
famosas. A 9 quilômetros do município fica a praia de Tourinhos,
reduto que serviu de refúgio para os holandeses expulsos de Touros em
1654.
Exu
Queimado
.
Faz
parte do Município de
Pedra Grande. Sendo considerada muito bonita, ainda é deserta em seus
15 quilômetros de extensão, e raramente recebe turistas.
Galinhos
Galinhos
é um paraíso sem precedentes... Se você gosta de aventura e de um
clima complemente “zen”, é lá mesmo sua praia. O vilarejo, a 180
quilômetros de Natal, parece uma ilhota celestial enfeitando o
litoral norte-riograndense.
O
acesso é feito de barco, a partir do Pratagil, já no município de
Galinhos. São cerca de vinte minutos de travessia. Mas quem achar que
aventura pouca é bobagem, pode-se chegar de bugue, desafiando dunas
e marolas no processo.
Há
duas atrações turísticas convencionais, pelo menos entre os mais
falados: O Farol e a Salina Diamante Branco. O resto fica por obra e
graça da natureza. Passear de barco é uma grande pedida.
Para
os mais criativos, conversar com os nativos traz muita experiência de
vida. Vivenciar o vilarejo, em toda a sua essência, pode ser
algo mais que uma vista. O resto? Bem, o resto é puro astral...
Ponta
do Anjo
Localizada
na ilha Casqueira. É uma praia deserta, com acesso de barco a partir
de Macau.
Ponta
do Mel
A
praia tem um pequeno vilarejo e um farol. É um local muito bonito e
com poucas ondas. Mas, o progresso já está a caminho.
São
Cristóvão
A
melhor opção no litoral da região Oeste para quem deseja fugir das
agitações do cotidiano e gosta de desfrutar de um cenário
privilegiado.
A
paisagem merece destaque pelas dunas, coqueirais e os freqüentadores
nativos, pescadores e artesãos. No verão a população
de 600 pessoas aumenta com a chegada dos visitantes.
As
Dunas do Silêncio têm atraído os amantes da aventura e bugueiros. A
falta de infra-estrutura as mantém quase totalmente intercaladas.
Encravada
entre duas outras praias da região salinésia, Morro Pintado
e Ponta do Mel, a semi-virgem praia de São Cristóvão é pouco
visada, talvez por causa disso, tenha uma beleza tão exótica, especial e
indescritível. A praia praticamente só recebe visitantes nos
feriados, fins de semana prolongados e festas de fim do ano.
Em
Cristóvão, a maior data comemorativa é a do dia 25 de julho, quando
se comemora o Dia do Padroeiro São Cristóvão, mesmo assim, a festa
se resume à confraternização entre os nativos.
Tibau
do Norte
Localizada
a 38 quilômetros de Mossoró, a cidade busca modernização para a
sua deficiente infra-estrutura.
Com
uma pequena população, Tibau heroicamente sobrevive dos FPM –
Fundos de Participação do Município. O município de Tibau ficou
conhecido no país por ser terra de areias naturalmente coloridas. A
confecção de garrafas com paisagens feitas com esse produto foi o
principal fator econômico do município nas décadas de 50 e 60. Foi até
motivo de exportação.
Descoberta
por volta de 1920, por uma família de pescadores, as areias
coloridas transformaram o então lugarejo em ponto turístico.
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Redinha,
Genipabu, Barra do Rio, Graçandu, Pitangui, Jacumã, Muriú,
Barra de Maxaranguape, Cabo de São Roque, Caraúbas e Maracajaú
Responsável:
J. Dantas